A melhor parte da viagem para mim? A volta.
Cara, não tem coisa melhor do que os abraços saudosos, o cheiro peculiar que só há alí... E eu me sinto tão bem. É como um Dejavú que eu sei que se repetirá a cada regresso... Incrível como coisas tão banais se tornam especiais depois da distância.
É bom estar em casa novamente.
sábado, 1 de agosto de 2009
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Aquela que vem do mar

Eu, a romancista prolixa do século XIX;
Ela, a realista.
E, ainda assim consigo amá-la; até porque é impossível não fazê-lo.
A minha amiga "boazinha". Aquela que, pode estar sofrendo como for, mas sempre está ali para te ajudar com seus conselhos infalíveis. A que sempre se apaixona pelo cara errado. A que, muitas vezes, é tachada de mimada; de chata; de antissocial, mas apesar de parecer inabalável, é só uma criança tentando encontrar seu lugar no mundo. A que sempre está pronta para enchugar teu pranto. A que tem a íris meio avermelhada.
A que é perfeita exatamente da forma que é, mas quer mudar para parar de sofrer. E eu te digo: Não é você quem deve mudar. São esses garotos idiotas e imaturos; Essas "amigas" dissimuladas e volúveis que você tem; Esse mundo mudo. Não você.
Amo-te.
A sétima palavra mais difícil de traduzir
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Um dia você aprende...
É íncrível a capacidade que o ser humano tem de aprender, não acha? Pena que alguns não façam o devido uso dessa capacidade...
Coisas que aprendi ultimamente (acho...) e que se todos soubessem, tudo seria mais fácil:
- Que não importa o quanto certas coisas são importantes para você, tem gente que não dá a mínima e você sabe que é difícil convencê-las do contrário ( mas continue tentando...);
- Que não se pode exigir o amor de ninguém. O máximo que podemos fazer é darmos boas razões para que gostem de nós e a vida se encarregará do resto;
- Que podemos ir além dos limites impostos por nós mesmos;
- Que é preciso escolher entre controlar seu pensamento ou ser controlado por ele;
- Que perdoar exige muita prática;
- Que temos o direito de irritar-nos, mas não o de sermos cruéis;
- Que a palavra "AMOR" perde o sentido quando usada sem critério;
- Que devemos sempre "usar filtro solar"( http://www.youtube.com/watch?v=I3A7xAIFfKs);
- Que os objetos têm sentimentos;
- Que falar sozinho às vezes ajuda ( não sou louca, tá?);
- Que seus amigos e você podem fazer qualquer coisa; ou nada, e terem bons momentos juntos;
- E que, acima de tudo, o importante é viver. Viver e acreditar.
Coisas que aprendi ultimamente (acho...) e que se todos soubessem, tudo seria mais fácil:
- Que não importa o quanto certas coisas são importantes para você, tem gente que não dá a mínima e você sabe que é difícil convencê-las do contrário ( mas continue tentando...);
- Que não se pode exigir o amor de ninguém. O máximo que podemos fazer é darmos boas razões para que gostem de nós e a vida se encarregará do resto;
- Que podemos ir além dos limites impostos por nós mesmos;
- Que é preciso escolher entre controlar seu pensamento ou ser controlado por ele;
- Que perdoar exige muita prática;
- Que temos o direito de irritar-nos, mas não o de sermos cruéis;
- Que a palavra "AMOR" perde o sentido quando usada sem critério;
- Que devemos sempre "usar filtro solar"( http://www.youtube.com/watch?v=I3A7xAIFfKs);
- Que os objetos têm sentimentos;
- Que falar sozinho às vezes ajuda ( não sou louca, tá?);
- Que seus amigos e você podem fazer qualquer coisa; ou nada, e terem bons momentos juntos;
- E que, acima de tudo, o importante é viver. Viver e acreditar.
Shh!
Silêncio. Tão confortante. Principalmente quando há algumas horas atrás você encontrava-se num lugar abarrotado de gente. Oh, céus. De onde vêm todas aquelas pessoas? E que barulho elas fazem... crianças chorando; pessoas conversando (gritando, até); TVs ligadas no volume máximo, com o objetivo de sobresair-se diante dos outros ruídos; talheres e pratos... condições propícias para levar qualquer mortal à loucura. E agora o silêncio. Salvo sob as batidas regulares do meu coração. Tum-tum tum-tum tum-tum. Isso acalma. Traz inspiração. Acalenta. Adormece.
" O silêncio é o mais perfeito arauto da felicidade. Eu estaria pouco feliz se pudesse dizer o quanto." William Shakespeare
" O silêncio é o mais perfeito arauto da felicidade. Eu estaria pouco feliz se pudesse dizer o quanto." William Shakespeare
domingo, 21 de junho de 2009
O dia em que o sol desabou
Malditos segundos. 43 segundos apenas, suficientes para acabar com milhões de sonhos, medos, alegrias... vidas. Todos ali, cumprindo suas rotinas; vivendo. De repente, uma luz, forte e incontrolável; a útima imagem que muitos olhos enxergaram. Então vem o cogumelo, fazendo o sol sumir e tudo virar pó. Oh, há sobreviventes. Cheios de queimaduras, escoliações e sede; muita sede. E como um milagre,veio a chuva, lavando o que outrora foi uma cidade , agora é só um amontoado de corpos e poeira; matando a sede dos que resistiram. Mas a chuva não era um alívio; era o início de um mal que perdura até hoje: as gotas eram carregadas de radioatividade, causando enfermidades nos que entraram em contato com ela. Veneno negro. Mais mortes. Mas ainda há sobreviventes; no sistema de contentamento eles deviam alegrar-se por estarem vivos. Mas de que vale viver vendo todos que você ama mortos? De que vale a vida sem o amor? Aquele ataque nuclear acabou com a vida de todos, até dos que sobreviveram. O dia 6 de agosto de 1945 nunca mais será esquecido. A luz jamais se apagará.
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