domingo, 21 de junho de 2009

O dia em que o sol desabou

Malditos segundos. 43 segundos apenas, suficientes para acabar com milhões de sonhos, medos, alegrias... vidas. Todos ali, cumprindo suas rotinas; vivendo. De repente, uma luz, forte e incontrolável; a útima imagem que muitos olhos enxergaram. Então vem o cogumelo, fazendo o sol sumir e tudo virar pó. Oh, há sobreviventes. Cheios de queimaduras, escoliações e sede; muita sede. E como um milagre,veio a chuva, lavando o que outrora foi uma cidade , agora é só um amontoado de corpos e poeira; matando a sede dos que resistiram. Mas a chuva não era um alívio; era o início de um mal que perdura até hoje: as gotas eram carregadas de radioatividade, causando enfermidades nos que entraram em contato com ela. Veneno negro. Mais mortes. Mas ainda há sobreviventes; no sistema de contentamento eles deviam alegrar-se por estarem vivos. Mas de que vale viver vendo todos que você ama mortos? De que vale a vida sem o amor? Aquele ataque nuclear acabou com a vida de todos, até dos que sobreviveram. O dia 6 de agosto de 1945 nunca mais será esquecido. A luz jamais se apagará.

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Desculpem-me todos. Não sei conciliar aulas, milhões de assuntos, provas e postagens. Mas encontrei algum tempo para fazê-lo. E as aulas estão acabando. Finalmente.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Paulo Coelho


"Perguntei se fazia sentido ensinar o que não se sabe.
-Alguém lhe ensinou a amar alguma vez?- foi sua resposta

Será que ela estava lendo meus pensamentos?

-E mesmo assim, como qualquer ser humano, você é capaz disso. Como aprendeu? Não aprendeu: Acredita. Acredita, e portanto ama."

[...]

"Foi a única vez que eu ousei perguntar-lhe: "Porque me ama?".
Ela respondeu:"Não sei e não tenho o menor interesse em saber".
Agora, ao concluir todas estas páginas, acho que encontrei a resposta na sua conversa com o tal jornalista.

O amor é."


Trechos de "A bruxa de Portobello", romance de Paulo Coelho.


segunda-feira, 25 de maio de 2009

Mafalda *-*

Precisa dizer mais?
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domingo, 24 de maio de 2009

Fernado Pessoa (Álvaro de Campos)

"O Binômio de Newton é tão belo como a Vênus de Milo. O que há é pouca gente para dar por isso."
"Não sou nada.Nunca serei nada.Não posso querer ser nada.À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.
Janelas do meu quarto,Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é(E se soubessem quem é, o que saberiam?)[...]Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou?Ser o que penso? Mas penso tanta coisa!E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos![...]Serei sempre o que não nasceu para isso;Serei sempre só o que tinha qualidades[...]Crer em mim? Não, nem em nada."

sábado, 23 de maio de 2009

Amor

O amor é a verdade sublime; tudo sofre, tudo suporta; espera, não se cansa; não muda; chega até a ser ridículo, pois por mais que tente-se, é impossível ignorá-lo e, concomitantemente, ele é um sentimento tão indecifrável e indefinível que alguns preferem negar sua existência... talvez por falta de fatos concretos, mas só o que sabe-se sobre o amor é justamente que nada sabe-se.