You make it easy,
As easy as 1, 2... 1, 2, 3, 4.
There's only 1 thing,
2 do, 3 words,
4 you.
I love you (I love you)
There's only 1 way,
2 say those 3 words
That's what I'll do.
I love you (I love you)
Plain White T’s
domingo, 3 de julho de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Eu sei.
A: De onde paramos?
B: Nunca paramos.
A: Conversas repetitivas…
B: Vida repetitiva.
A: Cadê voce?
B: No mesmo lugar.
A: Quem é você?
B: A mesma pessoa.
A: Eu cansei.
B: Do quê? Nem começamos.
A: Temos algo pra começar?
B: Para. Já acabamos com isso.
A: Acabamos com o quê?
B: Com o encanto.
A: Perdeu encanto?
B: Se transformou em nostalgia.
A: Você não me pergunta nada, nunca.
B: Cadê voce?
A: Te procurando.
B: Quem é você?
A: Não sei.
domingo, 26 de junho de 2011
“e o que eu senti há um tempo atrás…”
Para minha própria incredulidade, mudou.
Quer dizer, não mudou; eu só descobri que, afinal de contas, tu estavas certo: nós confundimos as coisas.
Você, o que sentia.
Eu, por quem sentia.
Parafraseando José de Alencar, como Pigmaleão eu acabei cinzelando uma estátua, e, como o artista mitológico, me apaixonei por minha criatura, da qual tu não és senão – perdoe-me a sinceridade – um esboço bastante grosseiro.
Enfim, não sei se devido ao tempo ou às mudanças ou aos dois, mas essa estátua ruiu.
Espero que sejas feliz, é.
Gosto de você.
Me aposentei da carreira artística.